dia-a-dia

Depois do fim… Tu é que tens razão!

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“és bandido… não sabes viver…sai de casa… és deprimente… deixa-me viver…”

Estas são algumas das “acusações” feitas a alguém que ama, se preocupa, discute quando vê algo errado…

Este é um lema de quem quer cuidar. Infelizmente é assim…

Hoje, vivem sem pensar em consequências, sem pensar num futuro, no que o hoje poderá trazer amanhã… Daí não darem importância, não cuidarem…

E nós… os que amamos e cuidamos… Será esta a nossa maneira de viver? Cuidar e amar quem no fundo nem te quer ver.

Damos conta, mas no fundo nem queremos saber. Apenas nos focamos em manter feliz a pessoa que faz de nós um ser… Um ser… nem sempre motivado, arrastado pelas emoções que lhe vai trazendo o fado.

No fim de contas, sentimos-nos culpados sem culpa ter… O único pensamento que vagueia na nossa cabeça, é morrer… 

Sentimento errado, embora na nossa cabeça acertado, faz de nós prisioneiros na nossa própria mente. Afundamos-nos em lágrimas e isolamos-nos ficando com a alma demente…

A pessoa que nos culpava… Sim! Aquela que nos “amava”, enquanto tu drenavas as mágoas, ela estava a usufruir de uma “liberdade mental” que não passava de um sentimento anormal, porque no fundo já não tinha o fardo às costas de quem… amou mal…

Conta uma relação que aos nossos olhos não a reconhecemos… Porque a conta à maneira dela, de modo a sair por cima de nós… Afundado-nos ainda mais.

E é esse momento que mais nos custa! Depois de teres empenhado uma vida inteira naquela pessoa, a dar o melhor de ti todos os dias. Recorda-te como um estorvo… Por mais que penses e repenses, não vais conseguir encontrar um motivo para estar a fazer isto… e continuamos… presos no silêncio.

No entanto, nós somos “o bandido”.

 

 

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Estarei a mais nesta sociedade?…

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Muitas das vezes sentes-te sozinho no meio de tudo e todos?

Parece que ninguém te satisfaz numa conversa longa. Após terminada viras costas como se não tivesse valido nada…

Justificação da tua parte perante estas afirmações: Parece que todos os que te rodeiam dizem e contradizem sobre si mesmos ou terceiros. Mesmo sendo pessoas próximas a ti, por quem te preocupas e pensas, que … “ não, este não me vai desiludir“. Acabas de pensar isto para ti e no dia a seguir, dás de conta que afinal não era bem assim.

Isto repetidamente com quem conheces desde o passado ou quem está contigo de passagem… Parece um ciclo que não termina. Chegas ao ponto de nem teres interesse de conhecer alguém, por pensares que é só mais um igual.

…Existe um amigo que até ultimamente tem pensado da mesma forma que tu… e tu mais uma vez pensas “ele compreende-me até...”. Corre tudo bem até que começa a pedir conselhos ou a falar… a desabafar contigo, dizendo que existe algo de errado com um terceiro… ou que este agiu desta forma…

Passando uns tempos, esse teu amigo está com esse terceiro como se nada fosse… Como se toda aquela conversa tivesse sido para acompanhar um cigarro… Provavelmente já nem se lembra daquilo que disse dessa pessoa.

Por vezes, és tu quem acaba mal visto no meio de situações como esta. Sem saber porquê…ou até sabes… porque não és como eles. 

…Tens uma noção de que tudo sobrevive à volta de interesses. Parece que cada amizade criada tem segundas intenções. São sanguessugas manipuladas por um regime materialista e consumista.

Tudo isto, cria um efeito no dia-a-dia,que nem nós próprios conseguimos explicar. Ficas de parte porque não gostas desse tipo de amizades ou maneiras de ser. Preferes ficar refugiado no teu pensamento vezes sem conta, até que, acabamos por nos sentir sós… “será que estou em decadência espiritual ou a sociedade em decadência mental?

Posto isto… Será que és tu que está a mais numa sociedade hipócrita, cheia de cunhas e lambidelas nos pés?

To be continued…